Vez em quando a boca silencia
e no prazer da muda intuição estico um sorriso nos lábios.
Vez em quando minha sobrancelha se espanta
e no prazer que meus olhos captam arregalo meus desejos.
As vezes o inesperado irrompe a apatia
e com prazer revela-se jocoso.
Da alegria involuntária que beira o ridículo, liberto-me sem preocupações.
As vezes o inesperado provoca euforia, e vez em quando sinto-me mais que apenas um.
Como se fosse de mim o grito repentino surgido das sombras noturnas, como um desabafo alegre de um louco assumido.
Vez em quando me vejo ali, nas calçadas nuas, na desgraça da alegria repentina.
Vez em quando tudo posso rindo!
O Poder do Amor
15 horas atrás

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