segunda-feira, 30 de março de 2009

De volta para minha flor.


Com toda ternura eu me entrego aos beijos da minha amada.
Com todo amor eu me doo ao seu olhar.

A distância é faca amolada, sem sentir o corpo de meu amor fui fatiado pela saudade.

Agora vou sarar a ferida que só nos braços dela consigo curar.

Com toda ternura eu me encaixo a ela para esquecer as noites em claro.
Ficar sem os beijos da minha amada faz mal, provoca insônia, pânico, aflição.

Com amor eu sigo sorrindo perto da minha flor mais rara, lembro agora, todas as flores que lá longe meus olhos enxergaram sentiram um pouco do amor que sinto por ela.

domingo, 15 de março de 2009

Diluído

Eu vou pisando por aí...

Vou espalhando minhas lascas por este mundo afora,
Com a verdade que me devora, devotado ao coração.

Eu vou navegando nas marés do apogeu que minha serenidade crer ser absoluta.

Estou deslizando meu prazer sem rancor, cortando o vento.

Eu vou por aí...

Crendo ter na minha esfera toda a razão que me destila, eu vou bebendo toda alegria sem perder meu ser de mim.

sábado, 14 de março de 2009

Delírio à felicidade.

A felicidade é um corpo acolhido,
Mas não de qualquer maneira, por qualquer motivo ou por distração.

A felicidade é uma interrogação sem definições, é um objeto caído, parado no espaço sem tocar o chão.

A felicidade aqui resumida é um tropeço do destino, que finge indefinidamente ser traçado pelas minhas próprias mãos.

A felicidade é encontrar na volta o beijo da despedida, é acolher no corpo outra vida e fazer dela equação.